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Quem me conhece sabe que eu sempre gostei de consumir em brechó. Muito antes desse hype surgir, quando ainda era uma criança que não podia comprar coisas caras com a pouca mesada que ganhava. Existe uma coisa especial quando você usa uma peça única que garimpou. Antes eu fazia isso porque era a única forma que eu poderia comprar sem gastar meus míseros cinquenta reais que tinha em meu cofrinho e que juntava com tanto esforço. Hoje, penso no processo de desaceleração do consumo, nos impactos sociais que podemos causar comprando uma roupa que depois vamos jogar fora (o mundo não tem mais espaço para tanto lixo), penso no que está por trás daquela roupa : Sua roupa roupa de brechó conta uma história. A ouça.

Essa pantacourt/bermudona de vó eu comprei em um bazar e ela me custou oito reais, quando eu comprei ela estava gigantesca (sério!) e ninguém entendeu muito porque a quis. Mas vi potencial e me apaixonei pela cor e pela estampa! Ela ficou meses em meu guarda roupas sem uso, até eu encontrar a costureira perfeita para fazer a reforma nela. Por fim, a reforma me custou 15 reais e no total de gastos foram 23 reais. O que pra mim é fantástico, porque além de ajudar nesse processo de reutilização de roupa, acabei ajudando também uma costureira local.

Minha dica é : se existe alguma peça que você tenha gostado no brechó mas que seja um número muito acima do seu, pense na possibilidade de reformá-la, imagine como ela ficaria depois de um ajuste. O legal de brechó é a possibilidade que ele trás para gente, um vestido às vezes pode virar uma saia e uma blusa. Sempre tenha sua mente aberta.

Meu outro achado foi essa blusa de botões branca que me custou míseros 2 reais e 50 centavos. Isso mesmo R$ 2,50. E, quem consome roupas de brechó sabe que é difícil encontrarmos uma peça branca em um bom estado, então quando achar não pense duas vezes.

Para completar o look eu decidi optar pelo meu tênis branco da nike para quebrar um pouco desse padrão mais social construído pela blusa branca fechada até o último botão. Fora que sabia que íamos andar muito nesse dia então, precisava de um sapato confortável. Uma bolsa preta pequena que não sai mais do meu corpo e meu relógio (porque, sinceramente não vivo sem relógio).

Como falei ali em cima, nesse dia eu andei muito (muito mesmo!). A principal motivação de saída era um brechó que tem em laranjeiras, mas que infelizmente só abriria as duas horas e como tínhamos muitas coisas para fazer deixamos de lado a ida até lá. Acabamos indo em um outro brechó e comprei um blazer verde musgo maravilhoso por dez reais e ele irá aparecer aqui em breve. Assim como todos os meus brechós favoritos do Rio de Janeiro. Então se você está ansioso por esse post, fica tranquilo que em Agosto ele vai sair.

Como eu e o Brayan nunca comemos na Vezpa, o Mateus Rubim e a Ágatha Flora ficaram animados para que a gente experimentasse a pizza de lá. Comi de marguerita e o Brayan de calabresa. Saímos de lá satisfeitos. O preço é bom e você pode pedir um combo. De lá fomos conhecer o Café secreto que infelizmente estava fechado para reforma  (uma pena pois estava bem ansiosa para tomar o café de lá, mas uma boa desculpa para poder voltar). Como o lugar que o café fica é bem lindo, aproveitamos para tirar umas fotos bem bonitas por lá.

Fala sério me senti muito feliz, ao ter TRÊS FOTÓGRAFOS juntos comigo no rolê! Então, é claro que não poderia deixar de render umas fotos bem bacanas. Então obrigada meu amor, por fazer essas fotos lindonas da gente! ♥

De lá deixamos o Brayan no metrô para ele ir para o trabalho e partimos para o Castelinho no Flamengo, um lugar com arquitetura antiga e que possui exposições. Ficamos bem a vontade no espaço e aproveitamos para tirar mais fotos e vermos as exposições praticamente sozinhos no espaço. E o melhor de tudo é que é gratuito, então não existe desculpa para não dar uma passada por lá.

Seguimos adiante para o próximo ponto que foi conhecer a parte superior do museu de telecomunicação da Oi, conhecido como Oi futuro. Fiquei bem tentada a comprar uma xícara de café, mas infelizmente fomos muito rápido lá porque tínhamos que partir para o MAR. Então acabou que nem tirei muitas fotos de lá, mas fica o conselho de ir nos dois lugares, porque são bem próximos um do outro. Adorei a exposição do Oi futuro e o espaço é lindo demais! O melhor é que também é 0800 e nosso bolso agradece por lugares culturais que são de graça.

Andar com o moço Mateus da nisso, a gente vai conhecendo todo museu que surgir no caminho. Por fim terminamos nossa tarde no MAR, onde a entrada (meia) me custou dez reais e fomos ver a exposição Dja Guata Porã uma exposição indígena muito imersiva e que gostei bastante. A vantagem de ter feito esse passeio com o Mateus é que ele é museólogo então explicou algumas coisas para gente sobre a exposição das coisas e me senti muito impressionada.

Nos despedimos do dia na Praça Mauá e de lá partimos para pegar a Barca e esse foi o dia que mais vivi, vi e aprendi em um único dia. Parece que durou milênios e voltei para casa tão cansada que dormi cedo, mas valeu cada segundo.

Sei que o post ficou bem grande e com muitas fotos, mas sinceramente eu não soube excluir uma foto desse dia. Queria muito guardar esse dia na memória e deixar uma foto de lado para mim não fazia o menor sentido. Por isso espero que tenham gostado. ♥

Me contem o que estão achando do BEDA e se querem mais conteúdo como esse no blog.

com amor,
Clara Rocha.

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